Equipe ‘informal’ de Janja: 12 membros e gastos de R$ 1,2 milhão em viagens chamam atenção
27/12/2024 11h03 - Atualizado em 27/12/2024 às 11h03
No contexto político brasileiro, a figura da primeira-dama, embora não institucionalizado, sempre desempenhou um papel com ações de ajuda aos mais carentes e engajamento em causas sociais. Janja mudou tudo isso. Todas as notícias que envolvem Rosangela da Silva, a Janja, trazem mensagens negativas, seja por ataques constantes que ela faz à quem não gosta, seja, e isto em muito mais grau, aos gastos que ela provoca. A gastança perpetrada por Janja desde antes da própria posse de Lula, é algo jamais visto.
Mas ela não para com a gastança de dinheiro público apenas com futilidades. Segundo informações do Estadão, sua ‘equipe informal’ conta com 12 assessores, resultando em um custo mensal significativo para o Estado. Este aspecto levanta questões sobre uso de recursos públicos, uma vez que o investimento atinge aproximadamente R$ 160 mil mensais, e uma despesa acumulada em três anos de R$ 1,2 milhão em viagens para acompanhar Janja.
Janja não rtem cargo público, mas persegue frequentemente atividades de representação e visibilidade midiática. A presença de profissionais como assessores de imprensa e especialistas em redes sociais em sua equipe ilustra bem essa responsabilidade. No entanto, isso também gera discussões sobre as prioridades e a alocação de funções dentro do governo.
Como é a equipe de Janja?
O jornal informa que o suporte administrativo para Janja lembra muito o que se espera de um ministério em termos de estrutura e recursos humanos. Reitera-se, ela não tem cargo público, nem previsão legal que sustente isso. Ao menos 11 dos seus assessores têm vínculos com setores governamentais específicos, desempenhando funções que em tese deveriam ser voltadas para fins institucionais. Não obstante, a prática revela um desvio de suas funções originais, promovendo atividades de comunicação pessoal da Janja nas redes sociais.
Essa situação é evidenciada por figuras como Neudicléia Neres de Oliveira, que, embora oficialmente faça parte do Gabinete Pessoal da Presidência, atua como uma líder não oficial do time de Janja. Esta distorção de funções suscita questionamentos sobre a transparência e a eficiência no uso de recursos públicos, considerando-se o papel de suma importância que a primeira-dama busca galgar na esfera pública.
Irregularidade assumida:
A Casa Civil da Presidência informa que Janja não possui uma equipe oficializada, mas acolhe o auxílio de integrantes do Gabinete Pessoal quando necessário. Essa configuração ampara a Rosângela da Silva em suas atividades públicas, 'enquanto mantém os compromissos institucionais afastados do conflito de interesses potencialmente gerado pela formalização de seu gabinete'.
Quais as implicações para o governo?
A manutenção de uma equipe irregular de apoio à Janja, traz à tona a questão do uso adequado dos recursos públicos.
O povo quer uma governança mais transparente e responsável, que considere tanto o papel informal da esposa do Lula, quanto a necessidade de um rigor fiscal no uso de verbas públicas. A gastança desenfreada de dinheiro público e ainda, de forma irregular, em qualquer País do mudo seria punido, porém o Brasil vive momentos estranhos.