Urgente: PT barra Lulinha na CPMI do INSS

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A sessão desta quinta-feira (4) da CPMI do INSS escancarou, mais uma vez, o compromisso do PT não com a verdade, não com a justiça, muito menos com os aposentados roubados, mas sim com a proteção de aliados e a blindagem de possíveis criminosos ligados ao partido.

A oposição tentou convocar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, após o surgimento de depoimentos e documentos que o relacionam ao esquema bilionário de fraudes contra aposentados. Mas o que se viu foi uma operação de guerra da base governista para impedir qualquer avanço. Resultado: 12 votos favoráveis e 19 contrários, garantindo mais um capítulo da já conhecida blindagem petista.

O PT FECHA QUESTÃO: INVESTIGAR, SÓ SE NÃO FOR ALIADO

A convocação se tornou necessária após a CPMI acessar relatos que apontam a possível participação de Lulinha no recebimento de valores milionários, uso de empresas em paraísos fiscais e viagens internacionais bancadas por operadores do esquema. Mas a base petista não quis nem ouvir explicação.
A regra é simples: se for do PT, não se investiga. Se ameaçar o projeto de poder, se enterra.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que documentos analisados indicam que o filho do presidente e uma publicitária ligada ao PT poderiam ter recebido cerca de R$ 8 milhões, com movimentação total que pode alcançar R$ 25 milhões, usados inclusive para abertura de empresas no exterior e negócios com canabidiol.

O DEPOIMENTO QUE O PT QUER ESCONDER

As suspeitas vieram do depoimento de Edson Claro, ex-funcionário do operador Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, preso desde setembro.
Segundo ele, Lulinha recebia uma “mesada” de R$ 300 mil e viajou para a Europa ao lado de integrantes do esquema criminoso. Também teria ligação com a empresa World Cannabis, investigada por lavagem de dinheiro.

Mas, para o PT, isso não importa. Importa proteger os seus.

ESTRUTURA CRIMINOSA HÁ 15 ANOS — MAS O PT FINGE QUE NÃO VÊ

O requerimento apresentado pelo deputado Marcel van Hattem e outros parlamentares cita uma rede criminosa instalada há mais de década desviando dinheiro de aposentadorias, com conexões diretas com figuras do PT.

Entre elas, Ricardo Bimbo, dirigente nacional do partido, teria recebido:

  • R$ 120 mil em conta pessoal

  • R$ 8,29 milhões via sua empresa Datacore

Valores oriundos da ADS Soluções e Marketing — empresa apontada como peça-chave da “Farra do INSS”.

No mesmo período, Bimbo pagou boleto ao contador João Muniz Leite, o mesmo que prestava serviços a Lulinha e é investigado por lavagem de dinheiro na Operação Fim da Linha.

Para o PT, tudo coincidência. Para qualquer brasileiro com dois neurônios funcionando, um escândalo evidente.

A PERGUNTA QUE O PT NÃO DEIXA SER FEITA

Por que Lulinha não pode dar explicações? Por que tanto desespero para evitar um depoimento?
Do que — ou de quem — o PT tem medo?

Enquanto bloqueia investigações que tocam seus aliados, o partido se lixa para milhões de aposentados que foram roubados por uma quadrilha infiltrada no sistema público.
A prioridade do PT nunca foi proteger os mais vulneráveis — é proteger o próprio poder.

QUEM VOTOU CONTRA A CONVOCAÇÃO — A LISTA DA BLINDAGEM

Esses parlamentares votaram para impedir que Lulinha fosse ouvido:

Aj Albuquerque Teresa Leitão Leila Barros Dorinaldo Malafaia Jussara Lima Eliziane Gama Randolfe Rodrigues Jaques Wagner José Lacerda Chico Rodrigues Augusta Brito Cleber Verde Orlando Silva Ricardo Ayres Dagoberto Nogueira Paulo Pimenta Alencar Santana Bruno Farias
Rogério Correia

Cada um deles ajudou a impedir a investigação da maior fraude contra aposentados da história do Brasil.