Um Senado, de uma suposta República, que dá nojo

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A aprovação de Jorge Messias escancara um sistema que já não disfarça mais: um amontoado, em grande parte, de políticos com interesses comprometidos, reféns de um jogo de poder comandado pelo regime Lula em sintonia com setores do STF.

E como se não bastasse, explode na imprensa nacional a informação de que bilhões — na casa dos R$ 12 bilhões — teriam sido liberados justamente às vésperas da votação. Coincidência? Talvez. Mas para o brasileiro comum, isso tem nome: sujeira.

Enquanto mais de 70% da população, segundo diversas pesquisas, manifesta cansaço e rejeição aos excessos do Supremo, o Senado simplesmente ignora o país real e segue operando de costas para quem paga a conta.

Não é sobre um nome. É sobre um sistema.

Um sistema onde dinheiro público vira ferramenta de articulação, onde decisões são moldadas por conveniência e onde o povo virou mero espectador de acordos feitos nos bastidores.

O resultado é inevitável: o crescimento de uma ojeriza popular que já não é pontual — é massiva, é acumulada, é milhões de brasileiros cansados de assistir ao mesmo roteiro de sempre.

O Brasil não aguenta mais isso.