Regime Lulo Petista/STF irá expulsar a HAVAN do Brasil também?

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O Brasil talvez nunca tenha vivido um momento de tamanha preocupação para quem produz, empreende, investe e gera empregos. A crescente insegurança jurídica, a elevada carga tributária, o excesso de burocracia e a constante imprevisibilidade das regras do jogo estão produzindo um fenômeno extremamente preocupante: o êxodo de profissionais qualificados, empresários e empresas para outros países.

Enquanto diversas nações disputam investimentos, o Brasil parece caminhar na direção oposta. Em vez de criar um ambiente favorável ao empreendedorismo, transmite ao setor produtivo uma sensação permanente de instabilidade. O resultado é inevitável: quem pode investir passa a procurar mercados mais seguros, previsíveis e competitivos.

Nesse cenário,  o Paraguai vem se mostrando o maior beneficiado .

Durante décadas injustamente menosprezado por muitos brasileiros, o país adotou uma política voltada à liberdade econômica, à redução da burocracia, ao estímulo ao investimento privado e à criação de um ambiente favorável aos negócios. Administrado pela direita conservado agora, o Paísi ntencificou esse projeto. O resultado aparece nos números e na crescente migração de empresas brasileiras que decidiram instalar ou ampliar seus parques industriais em território paraguaio. Casos como o da Lupo e de diversas outras indústrias demonstram que esse movimento deixou de ser exceção para se tornar tendência.

É por isso que? Em tom de ironia, carregada de verdade, muitos empresários afirmam tanto no Brasil quanto no próprio Paraguai que nunca houve um presidente brasileiro tão benéfico à economia paraguaia quanto Luiz Inácio Lula da Silva; nunca houve um "ministro da Economia paraguaio" tão eficiente quanto Fernando Haddad; e nunca houve uma Suprema Corte tão favorável ao crescimento econômico do país vizinho quanto aquela integrada por ministros como Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino. 

Para ilustrar essa realidade, basta observar um fato que chama atenção nesta data, 1º de julho. Luciano Hang, fundador de uma das maiores redes varejistas do Brasil, encontra-se em reunião com o presidente do Paraguai para discutir oportunidades de expansão e internacionalização de seus negócios.

Estamos falando de um empresário que construiu uma companhia com cerca de 25 mil empregos diretos, aproximadamente 150 mil empregos indiretos e faturamento anual da ordem de dezenas de bilhões de reais. Quando um grupo empresarial dessa dimensão passa a estudar investimentos em outro país, a pergunta que deveria preocupar toda a sociedade brasileira é simples: o que estamos fazendo de errado?

Ninguém investe bilhões por simpatia. Investe onde encontra segurança jurídica, estabilidade institucional, respeito aos contratos, previsibilidade tributária e condições para crescer.

O debate, portanto, não deveria ser ideológico. Deveria ser econômico. O Brasil precisa decidir se deseja continuar exportando fábricas, investimentos, empregos e talentos ou se pretende voltar a ser um país capaz de atrair riqueza, e não expulsá-la.

Se nada mudar, continuaremos assistindo ao fortalecimento econômico de países vizinhos às custas da perda de competitividade brasileira. E isso representa uma derrota que transcende governos, partidos e ideologias. É uma derrota para toda a nação.