Procurador afirma que prisão domiciliar é suficiente
A Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicionou agora há pouco (29) contra o aumento do policiamento na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O procurador Paulo Gonet avaliou que não há necessidade de aplicar “soluções mais gravosas” que a prisão domiciliar neste momento.
Gonet determinou que a vigilância na área aberta da propriedade seja feita por câmeras, enquanto os agentes da PF devem atuar apenas na rua em frente à residência e na entrada do condomínio de Bolsonaro, em Brasília.
O PGR concorda que é preciso ampliar o monitoramento a Bolsonaro, mas faz uma diferenciação entre o perímetro externo de sua casa e a área interna da residência do ex-presidente.
“O monitoramento visual não presencial, em tempo real e sem gravação, dessa área externa à casa contida no terreno cercado, também se apresenta como alternativa de cautela”, escreveu Gonet.