COP no Brasil vira atestado mundial de hipocrisia — e expõe, mais uma vez, o projeto de poder que lucra com mentiras e tragédias

Por Fábio Roberto de Souza

    15/11/2025 19h59 - Atualizado há 3 semanas

    A realização da COP no Brasil, vendida pelo regime petista como marco de “sustentabilidade”, tornou-se um espetáculo que evidencia exatamente o contrário: descolamento da realidade, manipulação e um esforço calculado pelos esquertistas do poder para vender ao mundo uma imagem falsa, com o objetivo final de arrecadar bilhões em doações internacionais e fortalecer um sistema de ONGs que se retroalimenta de dinheiro público e estrangeiro.

    Um evento ambiental que ignora o Brasil real

    Enquanto discursos inflamados tentam convencer o planeta de que o país vive um caos climático causado por “retrocesso ambiental”, os fatos mostram outra história:

    • Os maiores problemas ambientais brasileiros decorrem de gestões ineficientes, corrupção endêmica e abandono deliberado de fiscalização onde realmente importa.

    • O regime tenta, na COP, reescrever a narrativa para transferir responsabilidades e transformar o evento em palco político.

    A conferência, que deveria ser técnica, virou palanque de propaganda. Em vez de apresentar números reais, metas concretas e políticas consistentes, o governo insiste em slogans vazios, porém altamente rentáveis no mercado internacional de doações.

    A indústria da tragédia: ONGs e fundos internacionais

    Sob o discurso de “proteger indígenas” e “salvar a Amazônia”, o regime reconstrói a velha fórmula petista:

    - criar um cenário dramático → vender a crise ao mundo → captar fundos bilionários → repassar a ONGs aliadas → manter a máquina político-ideológica funcionando.

    Tudo isso com pouquíssima transparência, quase nenhum controle externo e resultados questionáveis.

    Enquanto isso, comunidades indígenas continuam sofrendo com:

    • fome
    • violência interna
    • abandono sanitário
    • invasões criminosas
    • exploração por ONGs travestidas de defensoras da causa

    O sofrimento real se transforma em capital político.

    A miséria vira produto.

    E o povo — indígena e não indígena — é apenas figurante nessa engrenagem lucrativa.

    A mentira como política de Estado

    O regime tenta apresentar ao mundo uma falsa imagem de liderança ambiental, ao mesmo tempo em que:

    • destrói a segurança jurídica no campo
    • sufoca agroprodutores
    • ignora queimadas criminosas em áreas dominadas pelo narcotráfico
    • não investe em tecnologia e prevenção
    • aparelha órgãos ambientais para fins ideológicos

    A hipocrisia é tão evidente que até setores internacionais já enxergam a discrepância entre o discurso apresentado na COP e a realidade brasileira — que inclui criminalidade recorde, abandono de políticas públicas e um país virando laboratório de ONGs.

    O objetivo final: poder e dinheiro

    No fim, a COP no Brasil se tornou:

    • uma vitrine para mentiras diplomáticas
    • um teatro de ambientalismo seletivo
    • um canal para captar recursos internacionais que, historicamente, nunca chegaram ao cidadão
    • um instrumento de autopromoção para um governo que precisa desesperadamente de narrativa positiva no exterior

    Enquanto isso, o povo brasileiro — o verdadeiro dono do país — segue pagando a conta:

    • com impostos
    • com perda de soberania
    • com manipulação midiática
    • com a exploração contínua de tragédias humanas transformadas em moeda política

    REALIDADE

    A COP no Brasil não é sobre clima.

    Não é sobre sustentabilidade.

    Não é sobre povos indígenas.

    É sobre poder, dinheiro e controle.

     

    *Fábio Roberto de Souza é jornalista (registro MTb 6867/SC), ex-diretor-geral de PROCON, especialista em Direito do Consumidor, com mais de duas décadas de atuação na área.


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