A realização da COP no Brasil, vendida pelo regime petista como marco de “sustentabilidade”, tornou-se um espetáculo que evidencia exatamente o contrário: descolamento da realidade, manipulação e um esforço calculado pelos esquertistas do poder para vender ao mundo uma imagem falsa, com o objetivo final de arrecadar bilhões em doações internacionais e fortalecer um sistema de ONGs que se retroalimenta de dinheiro público e estrangeiro.
Enquanto discursos inflamados tentam convencer o planeta de que o país vive um caos climático causado por “retrocesso ambiental”, os fatos mostram outra história:
• Os maiores problemas ambientais brasileiros decorrem de gestões ineficientes, corrupção endêmica e abandono deliberado de fiscalização onde realmente importa.
• O regime tenta, na COP, reescrever a narrativa para transferir responsabilidades e transformar o evento em palco político.
A conferência, que deveria ser técnica, virou palanque de propaganda. Em vez de apresentar números reais, metas concretas e políticas consistentes, o governo insiste em slogans vazios, porém altamente rentáveis no mercado internacional de doações.
Sob o discurso de “proteger indígenas” e “salvar a Amazônia”, o regime reconstrói a velha fórmula petista:
- criar um cenário dramático → vender a crise ao mundo → captar fundos bilionários → repassar a ONGs aliadas → manter a máquina político-ideológica funcionando.
Tudo isso com pouquíssima transparência, quase nenhum controle externo e resultados questionáveis.
Enquanto isso, comunidades indígenas continuam sofrendo com:
• fome
• violência interna
• abandono sanitário
• invasões criminosas
• exploração por ONGs travestidas de defensoras da causa
O sofrimento real se transforma em capital político.
A miséria vira produto.
E o povo — indígena e não indígena — é apenas figurante nessa engrenagem lucrativa.
O regime tenta apresentar ao mundo uma falsa imagem de liderança ambiental, ao mesmo tempo em que:
• destrói a segurança jurídica no campo
• sufoca agroprodutores
• ignora queimadas criminosas em áreas dominadas pelo narcotráfico
• não investe em tecnologia e prevenção
• aparelha órgãos ambientais para fins ideológicos
A hipocrisia é tão evidente que até setores internacionais já enxergam a discrepância entre o discurso apresentado na COP e a realidade brasileira — que inclui criminalidade recorde, abandono de políticas públicas e um país virando laboratório de ONGs.
No fim, a COP no Brasil se tornou:
• uma vitrine para mentiras diplomáticas
• um teatro de ambientalismo seletivo
• um canal para captar recursos internacionais que, historicamente, nunca chegaram ao cidadão
• um instrumento de autopromoção para um governo que precisa desesperadamente de narrativa positiva no exterior
Enquanto isso, o povo brasileiro — o verdadeiro dono do país — segue pagando a conta:
• com impostos
• com perda de soberania
• com manipulação midiática
• com a exploração contínua de tragédias humanas transformadas em moeda política
A COP no Brasil não é sobre clima.
Não é sobre sustentabilidade.
Não é sobre povos indígenas.
É sobre poder, dinheiro e controle.
*Fábio Roberto de Souza é jornalista (registro MTb 6867/SC), ex-diretor-geral de PROCON, especialista em Direito do Consumidor, com mais de duas décadas de atuação na área.