O Partido dos Trabalhadores do Paraná divulgou uma nota de repúdio para defender o deputado Renato Freitas (PT) após o episódio ocorrido no Centro de Curitiba na manhã de quarta-feira, 19 — um episódio que viralizou justamente porque os vídeos mostram exatamente o contrário da versão vendida pelo PT.
Nas imagens é possível ver Freitas em bando, cercado de assessores e militantes, avançando contra um cidadão que estava sozinho, sem qualquer aparato ou apoio. Ainda assim, depois de partir para cima do homem, o deputado acabou apanhando e deixando o local com o nariz quebrado — fato registrado abertamente, sem margem para dúvidas.
Mesmo diante disso, setores cegos, fanáticos e sem vergonha do PT fazem aquilo que já virou marca registrada: modificam os fatos, corrompem a verdade e tentam empurrar ao público a narrativa de que o parlamentar teria sido vítima de “racismo estrutural” e “violência política”. É a velha jogada: esconder a conduta do aliado, puxar a carta do racismo e tentar transformar um agressor em mártir.
Segundo a nota petista, a agressão “não pode ser tratada como briga trivial”, mas como ataque motivado por ódio. Mas o partido simplesmente desconsidera todas as imagens — dezenas delas — que mostram claramente que Freitas e seu grupo — não o cidadão — foram os responsáveis pelo início da confusão.
É impressionante a cara de pau: ignoram o que todos viram e tentam impor a narrativa ideológica de sempre, forçando o enquadramento racial onde ele não existe. A versão oficial do PT é construída para proteger um aliado problemático que já responde a pelo menos três pedidos de cassação por quebra de decoro na Assembleia Legislativa.
O PCdoB ainda entrou na onda, divulgando carta com a mesma ladainha, tentando transformar às vésperas do Dia da Consciência Negra um episódio de responsabilidade exclusiva do deputado em bandeira política — mesmo que as imagens provem o contrário.
A Assembleia Legislativa confirmou os pedidos de cassação e o Conselho de Ética deve analisar novos encaminhamentos. A Polícia Civil ainda avalia abertura de investigação.
Enquanto isso, o que resta é a constatação: o PT tenta, mais uma vez, transformar mentira em verdade, ignorando fatos, vídeos e testemunhas, para defender um de seus membros. E tudo isso mesmo quando Renato Freitas estava acompanhado de um grupo, enquanto o cidadão estava sozinho, enfrentando o ataque covarde de quem agora tenta posar de vítima.