Urgente - A indicação de Messias é um recado claro: o STF virou prêmio político

    20/11/2025 13h33 - Atualizado há 2 semanas

    Lula bateu martelo e fechou o protetor de petistas para Supremo.

    A escolha de Jorge Messias para o STF não surpreende — ela confirma, com todas as letras, que Lula e o PT transformaram uma vaga vitalícia na mais alta Corte em moeda de lealdade partidária.

    Messias não chega ao Supremo pela reputação irrepreensível que a cadeira exige. Chega pela utilidade política.
    Chega pela fidelidade ao grupo que hoje governa.
    Chega porque sempre foi parte do braço jurídico do petismo.

    Sua trajetória recente é marcada por controvérsias, episódios nebulosos e denúncias que agora voltam ao centro do noticiário, especialmente a que envolve suposta atuação interna na AGU que teria beneficiado investigados por fraudes no INSS — justamente o tipo de escândalo que deveria afastar um nome, e não elevá-lo ao posto máximo da magistratura constitucional.

    A mensagem é clara:
    o PT não quer juristas acima de qualquer suspeita; quer aliados.
    Não quer guardiões da Constituição; quer fiéis ao projeto de poder.

    Com Messias no STF, o Brasil se aproxima ainda mais de um Judiciário politizado, fragmentado, desconfiado pela população e contaminado pelo uso estratégico de cadeiras vitais para blindar governos e perseguir adversários.

    A Constituição exige “notável saber jurídico” e “reputação ilibada”. O governo entrega, no entanto, polêmica, desconfiança e conveniência partidária.

    A democracia perde.
    A independência entre os poderes perde.
    O Brasil perde.


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