A atriz Luana Piovani voltou a protagonizar mais um episódio que evidencia sua decadência pública, moral e artística. Conhecida hoje muito mais por polêmicas vazias do que por qualquer relevância cultural, Piovani comemorou publicamente a queda de uma estátua da Havan durante um temporal no Rio Grande do Sul — um acidente que, felizmente, não deixou feridos, mas poderia ter resultado em tragédia.
Em tom de deboche e desprezo, a atriz classificou o símbolo da empresa como “idiotice”, celebrando o ocorrido como se um acidente estrutural fosse motivo de escárnio. O episódio expôs não apenas falta de empatia, mas também uma postura mesquinha e irresponsável, especialmente em um momento em que o país enfrenta eventos climáticos extremos e prejuízos reais a trabalhadores.
A Havan é uma das maiores redes varejistas do Brasil, responsável por dezenas de milhares de empregos diretos, investimentos bilionários e presença em centenas de municípios. Atacar de forma leviana uma empresa nacional, que sustenta famílias e movimenta economias locais, revela uma desconexão completa com a realidade do Brasil real.
Luana Piovani, que vive há anos fora do país e pouco convive com os desafios cotidianos do povo brasileiro, demonstra facilidade em criticar, mas nenhuma disposição em contribuir.