Eles merecem: premiamos as “melhores” Frases da Semana de 2025

Por Ari Fusevick, especial para a Gazeta do Povo

    27/12/2025 17h46 - Atualizado há 2 meses

    Janeiro

    “Eu sou um amante da democracia, não sou marido. Porque, na maioria das vezes, os homens são mais apaixonados pelas amantes do que pelas mulheres” – Lula. Ou seja, ele até dá suas puladas de cerca com a democracia, mas assumir compromisso sério, nem pensar.

    “Desacreditar e atacar medidas públicas é crime” – Eliane Cantanhêde, jornalista, sobre denúncias contra a taxação do Pix. Dizem que Kim Jong-Un enviou esse vídeo para toda a diretoria da TV estatal norte-coreana, como exemplo de jornalismo isento.

    “As pessoas dizem: ‘o senhor é muito mais bonito pessoalmente’” – Gilmar Mendes, ministro do STF. Teve gente fazendo de tudo por um ingresso para o próximo Gilmarpalooza...

    “Aqui não é terra sem lei, obviamente. Nosso ordenamento jurídico já oferece anticorpos para combatermos desordem informacional” — Jorge Messias, o ‘Bessias’, advogado-Geral da União, sobre o fim dos checadores de fato nas mídias sociais. A liberdade de expressão é uma doença, e o Bessias é a cura.

    “Ninguém vai parar de te chamar de ‘Xandão’. Nunca vi um ministro do STF que tivesse um apelido dado pelo povo” — Lula. Lula mente de novo, eu mesmo já vi chamarem Moraes por vários apelidos: skinhead de toga, golpista, fascista, advogado do PCC...


    Fevereiro

    “Se você vai num mercado e desconfia que tal produto está caro, você não compra” – Lula, atribuindo ao povo a responsabilidade pela inflação. Se a carne está cara, não come todo dia; se o sabão está caro, deixe o banho para o fim de semana. Agora, se for a cervejinha, daí você já sabe o que fazer...

    “Se você não impugnar os juízes corruptos, eles formarão uma ditadura judicial para proteger a corrupção sistêmica que os colocou em seus cargos” – Nayib Bukele, presidente de El Salvador. E, então, vão decidir que o corrupto é você.

    “O filme é um produto do retorno da democracia ao Brasil com o presidente Lula” – Walter Salles, herdeiro do Banco Itaú e diretor de Ainda Estou Aqui. Ou seja, uma obra de ficção.

    “Eu tô comendo agora ovo de pata e ovo de ema. Qualquer dia eu vou comer ovo de jabuti” – Lula, sobre sua dieta. São três os animais que possuem esses hábitos alimentares: calangos, cobras e gambás.

    “Não é rombo, é o resultado fiscal das empresas...” – Esther Dweck, ministra da Gestão. A lógica da Dilma Rousseff, com a matemática de Márcio Pochmann.


    Março

    “A polícia prende mal e o Judiciário é obrigado a soltar” – Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça.

    “O que eu tive foi um vírus...” – Dilma Rousseff. O nervo afetado deve ser o responsável por transmitir ideias coerentes.

    “A Carla Zambelli tirou o mandato da gente” – Jair Bolsonaro.

    “Nenhuma Bíblia é vista e nenhum batom é visto” – Alexandre de Moraes.

    “Se o golpe tivesse se consumado, não estaríamos aqui” – Cármen Lúcia.


    Abril

    “Se o que aconteceu para o Brasil, acontecesse na sua casa. Você pediria anistia?” – Alexandre de Moraes.

    “Fico muito orgulhoso de ter participado desse processo que você chama de ‘desmanche da Lava Jato’” – Gilmar Mendes.

    “Sim, é verdade. Fui classificada como do ‘sexo masculino’...” – Érika Hilton.

    “A parceria entre o Brasil e a China na área jurídica tem longa história” – Edson Fachin.

    “Os EUA perderam o jogo e querem mudar regras” – Fernando Haddad.


    Maio

    “Deus deixou sertão sem água porque sabia que eu ia trazer” – Lula.

    “Eu sou as duas coisas...” – Marina Silva.

    “O cidadão diz que eu sou um ‘canalha’...” – Flávio Dino.

    “Você pode mandar um abraço para minha esposa e a minha filha?” – Cleitinho.

    “Se Goebbels fosse vivo e tivesse acesso ao X...” – Alexandre de Moraes.


    Junho

    “Não se pode permitir que haja 213 milhões de pequenos tiranos” – Cármen Lúcia.

    “Tem uma mortezinha daqui e outra ali...” – Eliane Cantanhêde.

    “Posso fazer uma brincadeira?” – Jair Bolsonaro.

    “O ministro Alexandre levou aquilo com uma tranquilidade estupenda...” – Michel Temer.

    “É uma honra receber a notícia de que fui eleito...” – Gilmar Mendes.


    Julho

    “A JUSTIÇA É CEGA MAIS [sic] NÃO É TOLA!!!!!” – Alexandre de Moraes.

    “Se houver um cenário de terra arrasada...” – Eduardo Bolsonaro.

    “Vou levar jabuticaba pra você, Trump” – Lula.

    “É inegável a surpreendente sofisticação tática...” – Paulo Gonet.

    “As novas possibilidades da Era Inteligente...” – tema do Gilmarpalooza 2025.


    Agosto

    “De vez em quando ela brinca...” – Gilmar Mendes.

    “Autoridades públicas permitiram os ilegais acampamentos golpistas...” – Alexandre de Moraes.

    “Eu não sou uma pessoa beliscosa [sic]” – Romeu Zema.

    “Foram interpostos contra decisões minhas monocráticas 707 recursos...” – Alexandre de Moraes.

    “Xandão, pega no meu cartão...” – Tati Bernardi.


    Setembro

    “A defesa do ex-presidente...” – nota da Defesa de Jair Bolsonaro.

    “Em virtude da incompetência absoluta...” – Luiz Fux.

    “O voto do ministro Fux está prenhe de incoerências” – Gilmar Mendes.

    “A ideia de que o juiz deve ser uma samambaia jurídica...” – Alexandre de Moraes.

    “Quer desfilar em homenagem ao presidente Lula...” – O Globo.


    Outubro

    “Os usuários são responsáveis pelos traficantes...” – Lula.

    “Depois de 25 anos cantando...” – Toni Garrido.

    “Alguém tem que salvar a cidade” – Oruam.

    “A Câmara nunca esteve de costas...” – Hugo Motta.

    “Só nós que sentamos nessa cadeira...” – Dias Toffoli.


    Novembro

    “O criminoso com um fuzil...” – Jacqueline Muniz.

    “Meti um ferro quente aí...” – Jair Bolsonaro.

    “Perguntei a alguns jornalistas...” – Friedrich Merz.

    “Acho que fizemos o nosso papel hoje, não?” – Izalci Lucas.

    “Eu acredito, na espiritualidade...” – Elize Matsunaga.


    Dezembro

    “Em meu nome, e em nome de minha esposa...” – Alexandre de Moraes.

    “Amo vocês, tenho maior carinho...” – Zezé Di Camargo.

    “Limpem a cultura de vocês” – Luciano Huck.

    “Tem uma possibilidade de eu não ir até o fim...” – Flávio Bolsonaro.

    “Emicida escreveu que...” – Cármen Lúcia.


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