Trump anuncia captura de Maduro e ataque em larga escala contra a Venezuela

    03/01/2026 09h31 - Atualizado há 2 meses

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na madrugada deste sábado (03) que forças militares norte-americanas realizaram uma operação de grande escala contra a ditadura venezuelana, culminando na captura do ditador Nicolás Maduro, símbolo máximo de um regime autoritário responsável pela ruína institucional, econômica e humanitária da Venezuela.

    O anúncio ocorreu após uma madrugada de explosões em Caracas e em estados estratégicos como Miranda, Aragua e La Guaira, confirmando que o colapso do regime chavista deixou de ser apenas político e passou ao campo militar. Relatos indicam que infraestruturas centrais do aparato repressivo foram atingidas, incluindo o Forte Tiuna, coração do comando militar do regime, e a base aérea de La Carlota, historicamente utilizada para sufocar qualquer tentativa de reação democrática.

    A captura de Nicolás Maduro ocorreu após meses de crescente pressão internacional e militar. O próprio governo venezuelano — conhecido por mentir sistematicamente à população e à comunidade internacional — confirmou a ação, mas se omitiu, como de costume, sobre vítimas, reforçando a natureza opaca e criminosa do regime.

    Um vídeo divulgado pela Reuters mostrou colunas de fumaça próximas ao Aeroporto de La Carlota, em meio a explosões, evidenciando que o aparato militar usado para oprimir civis foi finalmente atingido.

    Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que os detalhes completos da operação seriam apresentados em entrevista coletiva marcada para as 11h (horário local), diretamente de sua residência na Flórida.

    O choro dos cúmplices da tirania

    Enquanto o mundo reagia ao fim iminente de uma das ditaduras mais brutais da América Latina, o regime venezuelano tentou se vitimizar, falando em “gravíssima agressão militar” e decretando estado de emergência — o mesmo estado permanente de exceção imposto há anos contra o próprio povo, com prisões arbitrárias, torturas, censura e fome.

    Fontes ouvidas pela Fox News informaram que a operação envolveu um grande contingente de helicópteros Chinook e forças especiais, responsáveis por retirar Maduro do país. Um desfecho simbólico para alguém que passou anos fugindo da vontade popular, fraudando eleições e se mantendo no poder à base da força e do medo.

    Segundo fontes da Casa Branca, Trump autorizou a operação após meses de reforço militar no litoral venezuelano e inúmeros apelos para que Maduro deixasse o poder pacificamente — todos ignorados com arrogância típica de ditadores.

    Em entrevista ao The New York Times, concedida em Mar-a-Lago, Trump classificou a ação como “uma operação brilhante”, ressaltando o alto nível de planejamento e profissionalismo militar envolvidos.

    “Houve muito planejamento e muita gente extremamente competente”, afirmou.

    Um recado aos defensores do autoritarismo

    A queda de Maduro representa mais do que o fim de um tirano: é um alerta direto a políticos, intelectuais e militantes que, do conforto de democracias consolidadas, relativam ditaduras, defendem censura, justificam fome e chamam opressão de ‘projeto político’.

    A Venezuela não caiu por acaso. Ela foi destruída por uma ideologia autoritária, sustentada por corrupção, violência estatal e por cúmplices internacionais que fecharam os olhos — ou aplaudiram — enquanto um país inteiro era levado ao colapso.

    Hoje, o ditador cai.
    E com ele, desmorona a narrativa dos que ainda ousam chamar tirania de democracia.


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